segunda-feira, 11 de agosto de 2008

CONSIDERAÇÕES SOBRE ECONOMIA DA EDUCAÇÃO

O Everton de Souza de Charqueadas, mandou-me um mail com o seguinte comentário sobre o artigo do Gustavo abaixo referido: "Se os indivíduos que trabalhem em educação ou em qualquer atividade econômica não fizeram mais e melhor quando recebem algum incentivo financeiro ou em tempo para planejamento do que fazem, então quando o farão. Quem tiver um incentivo melhor do que mais dinheiro e mais tempo tem a obrigação de apresentar."

Everton, pelo que compreendi do artigo do Gustavo, a melhora da educação passa pelos pais se convencerem que temos um nível de ensino muito baixo.

Para te exemplificar, um professor sul coreano que conheci nos EUA disse-me que seus filhos não poderiam ficar mais do que um ano naquele país (EUA) porque iriam se defasar em relação ao ensino primário na Coreia do Sul.

Disse-me ele que a Coréia está em média um ano na frente dos EUA no ensino primário e secundário.

Disse-me ainda que a coisa mais importante era a educação de seus filhos.

Esse tipo de atitude eu não vejo com frequência no Brasil.

Aliás, o nível médio da educação nos EUA (que já não é uma maravilha) é bem superior do que aqui.

Inclusive tenho tido experiência com uma escola tradicional de POA, tida como referência, e estou achando bem inferior a Berkeley, EUA.

Vou mais longe, as escolas de excelência de POA estão bem atrás das do RJ, SP, etc. E não tenho certeza que em SP, RJ eles ganhem mais.

Mas obviamente, como professor, creio que o salário tenha de ser digno.

Fiquei apenas preocupado com o relato do Gustavo.

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