terça-feira, 8 de julho de 2008

Juiz decide que EUA não devem julgar ações do Vôo 1907

O juiz Brian Cogan considerou em sentença proferida na última quarta-feira que as ações da famílias das vítimas do Vôo 1907 da Gol, ocorrido em 29 de setembro de 2006, contra a empresa Legacy, fabricante do jato envolvido no acidente, e mais três empresas, não devem continuar nos Estados Unidos.
Neusa Machado, representante da Associação dos Pais e Amigos das Vítimas do Vôo 1907, afirma que as famílias haviam chegado à conclusão de que teriam que ingressar em uma Corte americana para "poder fazer justiça".
O vôo 1907 da Gol caiu sobre uma área de floresta no Estado de Mato Grosso em 29 de setembro de 2006, depois de colidir no ar com o Legacy da ExcelAire. O Boeing 737 ia de Manaus a Brasília. Todas as 154 pessoas a bordo morreram no acidente, que desencadeou uma crise no setor aéreo brasileiro.
O Legacy, pilotado pelos americanos Joseph Lepore e Jan Paladino, conseguiu pousar com apenas alguns danos na asa da aeronave.

Redação Terra

Comentários: anunciamos que faltariam pontos de contato desses acidentes (falamos mais aqui no blog sobre o acidente da TAM) com a jurisdição norte-americana. E é uma pena que brasileiros acreditem que precisam ingressar com ações nos EUA para se ter justiça. O que leva as pessoas a pensar nisso...o tempo de demora do processo, o valor da indenização, decisões conflitantes...são pontos a se refletir...a Justiça brasileira talvez não esteja fazendo seu dever de casa.

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